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Cordel do Fogo Encantado - Cordel do Fogo Encantado (2001)

O disco retrata as origens do grupo do teatro a música. Mesclando canções autorais, declamações e licenças poéticas. Produzido pelo famoso percussionista Naná Vasconcelos no Fábrica Estúdios, em Recife/PE.
Faixas:
01. A Chegada De Zé Do Né Na Lagoa De Dentro
02. Poesia (Ou Tambores Do Vento Que Vem)
03. Profecia (Ou Testamento Da Ira)
04. Boi Luzeiro (Ou A Pega De Violento, Vaidoso E Avoador)
05. Chamada Dos Santos Africanos
06. Chover (Ou Invocação Para Um Dia Liquido)
07. O Cordel Estradeiro
08. Antes Dos Mouros
09. Os Oim Do Meu Amor
10. Toada Velha Cansada
11. Salve
12. Alto Do Cruzeiro (Ou O Auto Do Cruzeiro)
13. Pedrinha
14. Foguete De Reis (Ou A Guerra)
15. O Carroceiro
16. Profecia Final (Ou No Mais Profundo)
17. Catingueira
18. Ai Se Sesse

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Djavan - Meu Lado (1986)

Depois de dois discos gravados em Los Angeles e de pelo menos dois anos levando sua música ao mundo inteiro, em 1986 Djavan finalmente volta a gravar no Rio de Janeiro, com o balanço da banda Sururu de Capote. E para retomar a carreira no Brasil, nada melhor do que um samba para marcar a volta. A canção “Beiral”, que abre o disco “Meu lado” é um daqueles sambas suingados, de riqueza harmônica e letra inusitada. “Segredo”, com arranjo de Wagner Tiso, o mesmo do clássico “Meu bem querer”, e solo de piano do uruguaio Hugo Fattoruso, é uma balada de acento blues, com letra ultra-romântica.

O xote “Romance”, também gravado por Gal Costa, utiliza-se de metáforas da natureza para falar da vida e do amor. Sivuca, na sanfona e no vocal, abrilhanta e celebra a volta do artista ao nordeste musical. Na imensa variedade de caminhos musicais de Djavan, surgem as canções “Quase de manhã”, com direito a improviso no sax alto do americano David Sanborn e “Lei”, mais um daqueles sambas cheios de invenções musicais e literárias.

Nos tantos lados de “Meu lado” não poderia faltar a ancestral ligação com a África que Djavan descobriu através da música. No esforço internacional de combater o apartheid, que em 1986 ainda separava oficialmente brancos ricos e negros pobres e oprimidos na África do Sul, Djavan gravou o “Hino da Juventude Negra da África do Sul”, acompanhado de grupo vocal daquele país. Com um disco denso e inovador, aos dez anos de carreira fonográfica Djavan vive um novo recomeço. O resultado, como sempre, são sambas, baiões, canções, baladas, uma narração da vida através da música.

Faixas:
01. Beiral
02. Segredo
03. Romance
04. Quase de manhã
05. Muito Mais
06. Asa
07. Topázio
08. Lei
09. Nkosi Sikelel' I-Afrika
10. So Bashiya Ba Hlala Ekhaya

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Comentários

  1. Djavan é um navio, um transporte para um mundo muito superior... Sem palavras... Gênio!!!

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Faixas:
01. Vamos Pro Mundo
02. Guria
03. Na Cadência Do Samba
04. Tangolete
05. América Tropical
06. Chuvisco
07. Escorrega Sebosa
08. Ô Menina
09. Um Dentro Do Outro
10. Um Bilhete Pra Didi
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Faixas:
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03. Igarapé 
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